‘Ano passado eu morri, mas este ano eu não morro’

por Sulamita Esteliam

Deveria começar o ano aqui no blogue com texto da própria lavra, bem sei. Mas vou abrir com um vídeo que postei mais cedo lá no canal A Tal Mineira TV no Youtube.

Para mim, é o resumo da da virada que precisamos. O clipe do ano, como escrevi no grupo de amigos jornalistas onde vi postado pela primeira vez.

A voz suave de Ana Cañas traz à tona a ironia sagaz e o deboche escrachado da composição do saudoso Belchior. Potencializados na performance de dezenas de artistas de todos os estilos e quadrantes.

É isso: cultura é vida, arte é resistência. Obrigada, Brum, por desenhar tão bem o papel de cada artista. E salve 2022, ano de esperançar!

2 comentários

  1. “Quem não quiser deixar a Terra em que vivemos / Pelos astros onde iremos / Vai ouvir, ver e contar / Tantas ESTRELAS quantas forem nossas naves / Noutros mares mais suaves, a voar, voar, voar. 🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩🤩

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