por Sulamita Esteliam
Fiquei com água na boca para ver o 14º Salão do Livro Vale do Aço, que aconteceu de 23a 30 deste mês, no Teatro do Centro Cultural Usiminas, em Ipatinga. E estava pertinho – considerando-se onde moro: ali em Osasco, outra cidade industrial de históricas lutas, só que em São Paulo
Quem me deu o toque foi o amigo Genin, cartunista e artista plástico de relevo.

Ele foi duplamente parte do processo: relançou seu livro SOLO – Álbum das Glórias Musicais, que já me dei de presente, há dois anos, e também assinou a curadoria da exposição-homenagem ao escritor e cartunista caratinguense Ziraldo, em seus 90 anos de vida gloriosa, completados em 2022.
Ziraldo cara a cara, mostrou desenhos assinados por 50 caricaturistas de várias regiões do Brasil. Compartilho alguns logo abaixo.
Parece sem sentido postar algo que já foi, mas quando se trata de arte a gente pode se dar ao luxo de ignorar prazo, a temporariedade inexiste.
É o que faço agora, um pouco por desaforo, porque a postagem que planejei e iniciei lá em São Paulo, se perdeu na queda de rede do hotel; e eu não tive disposição para recomeçar, já quase madrugada.






Já estou no Recife há quase uma semana, mas só hoje abri o computador. Verdade é que ando em luta contra a minha essência, que é escrever.
O que inclui escamotear o sentimento de culpa pela longa improdutividade – e tanto para registrar e dar sequência -, em contraponto ao “me dar ao direito de levar o tempo na valsa das minhas inconsistências.
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