por Sulamita Esteliam
Se o mundo acabasse amanhã/sabe o que eu faria?/Passava a última noite, meu bem/em sua companhia…
Não me lembro quem é o autor deste verso nem da letra inteira, muito menos de quando é. Só sei que é o refrão de uma marchinha de Carnaval que foi sucesso, e é só o que me vem na cabeça quando penso neste 21 dezembro de 2012, o dia em que o mundo vai acabar, segundo o que se logou interpretar do Calendário Maia. O todo-poderoso Google não me ajudou na identificação, e no Youtube há de tudo sobre o fim do mundo, menos o que busquei.
A segunda estrofe, quem desenvolve é meu companheiro, Júlio – memória musical prodigiosa.
Pra lhe abraçar/e lhe beijar/a noite inteira até o dia clarear, la-ra-iá…
Certo é que o fim do mundo é uma obsessão da humanidade.Talvez por que não se conforme em, sendo imagem e semelhança, não dispor do Poder de Deus. O Todo-Poderoso em sua sabedoria, aplicou-nos uma pegadinha: poderás tudo, mas nem tanto… hehe. Fosse eu Deus, faria igualzinho.
Em não sendo, apela-se para a imaginação. E a fantasia povoa a literatura, o cinema, a música, desde tempos imemoriais. Na procura pela identidade da minha marchinha-chiclete (não encontrei), e do título e autor da trilha do vídeo acima (custei a me aperceber: Scene/Envy: End of Earth Edit), topei com coletânea interessante feita pelo Portal IG: 10 músicas, 10 filmes e 10 livros sobre o Apocalipse – aqui.
Fui na dica, e pesquei no Youtube outro vídeo. Este com os devidos créditos: o Apocalipse, na criação de Roberto e Erasmo Carlos. Música incluída no disco de 1986 do RC. Devo confessar, desconhecia, ou já não me lembrava mais. Ao Rei:
Aproveitem, pois, a última das noites. Desassombradamente.
E, se o mundo não acabar, a gente se encontra para um novo ciclo.
Muito bom trocar experiências com vocês.
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Postagem revista e atualizada às 19:21, hora do Recife.