Brasileiro é otimista, mas não é bonzinho

por Sulamita Esteliam
Charge capturada no Conversa Afiada
Charge capturada no Conversa Afiada

Quem insiste no complexo de vira-latas que se lasque! O brasileiro, aquele que rala, rola, chora, ri, toca e dança, conforme a música, e ajuda a construir esse país com seu suor, riso e lágrimas, é um otimista por natureza. Faço parte desse bloco, desde que me entendo por gente. Se as palavras têm poder, imaginem o estado d’alma!

Há até uma pesquisa para medir o grau de positividade, não só desta Terra Brazilis, como alhures: o Barômetro Global de Otimismo, da lavra do Ibope Inteligência,  em parceria com a WIN –  Worldwide Independent Network of Market Research – associação que, segundo o Ibope, reúne as maiores empresas independentes de pesquisa do mundo.

A mais recente, divulgada na segunda semana do ano, foi realizada em 58 países, ouviu 52 mil pessoas, que representam 70% da população global, segundo a plataforma. Revela que 57% dos nossos compatriotas creem que o país terá um 2013 com prosperidade econômica. O resultado da medição coloca o Brasil como a terceira nação mais otimista do Planeta, comparado ao demais países inseridos no estudo – aqui a íntegra.

Fazem coro com as expectativas da presidenta Dilma Roussef e seu governo, na contramão do que tenta impingir, diuturnamente, o PIG e seus asseclas amestrados.

É claro que isso não é parte indissociável do nosso DNA, aquela história do mito do “bom selvagem”, ao gosto medieval.  Tem a ver com o desempenho da economia e os avanços na área social, sobretudo nos últimos 10 anos.

Ainda que a diretora de Marketing e Desenvolvimento de Negócios do Ibope, Laure Castelnau, devo reportar, anteceda uma década em sua análise sobre os resultados da pesquisa – aqui. Fato é que os oito anos de FHC – o “Farol da Alexandria”, segundo Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada

– foram de entreguismo, de privataria e supressão de direitos, que quase nos leva à bancarrota.  Quem tem memória e senso de justiça, não se ilude.

Aí, alguns perguntariam: E o Plano Real? Claro que o lastro do Real foi importante. Mas o Plano,  indevidamente usurpado pelo tucanato, não se pode esquecer, foi do governo Itamar Franco, de quem FHC foi um dos ministros da Fazenda.

Esta reles blogueira se lembra, muito bem, do pai da criança. Até porque, acompanhou o parto, ao vivo e em cores.

 

 


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