por Sulamita Esteliam.
Deu-se na tarde do sábado, 25 no Coreto do Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Um esplendor de área verde, bem-cuidada, e de lazer multifacetado. Patrimônio inestimável, que o povo sabe bem se apropriar. Direito de cidadania.
Memória afetiva da gente mineira, não só belo-horizontina. Ponto de vIsitação turística. Lugar de brincar, criar, se divertir e namorar – além de ler, ir ao teatro, ouvir música, a depender da ocasião. Atalho no Centro da cidade para a área médico-hospitalar, para quem é pedestre.
Fui e sou freguesa – na infância, adolescência, juventude, idade adulta e envelhescência Brinquei, namorei muito, levei a prole e depois a prole da prole para brincar. Agora também lanço livro, e estreio o Coreto para esse fim. Assim como estreei o Marco Zerinho, no jardim do CineTeatro do Parque no Recife, em março.
Patrimônio tombado, lá e cá, igualmente a área verde do Parque Municipal no Centro de Beagá. Há um detalhe que fala direto ao coração da massa: o coreto guarda a memória de fundação do Clube Atlético Mineiro; o marco está lá, aos seus pés.
Muito grata e honrada pelas presenças amigas; algumas se deslocaram do interior. Outras, vieram de longe visitar a terrinha, e fazia ao menos três décadas e meia que a gente não se via. Outras, ainda, tivemos contato ainda era o final do século passado, quando escrevia meu primeiro livro, “Estação Ferrugem”.
Pode imaginar a dimensão da minha alegria ter essas pessoas, e todas as demais, junto comigo em evento tão significativo para mim.
Claro que senti as ausências. Todavia, compreendo as impossibilidades, e agradeço a gentileza do toque. E, óbvio, a reserva de exemplares.
Digo que no início de junho tem mais. Soube nesta quinta da saudade, que estaremos na @fliminas: Euzinha, o “PARA QUE SERVE UM IRMÃO” e “O LIVRO DE DORA E SUAS IRMÃS”.
Quem perdeu o lançamento tem nova oportunidade de garantir seu exemplar com autógrafo. Quem não faz questão, mas quer o livro, está disponível na Amazon.
Foto da capa: Carlos Avelim
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Devo desculpas pela longa ausência; fiquei sem computador. Atualizo, precariamente, lara não deixar abril morrer de colo seco. E o faço com a crônica do lançamento em Beli zhorizonte-MG, do meu livro mais recente: “PARA QUE SERVE UM IRMÃO”, Editora Asinha / Ases da Literatura. Cinfira as fotos e o reel no Instagram @sulaesteliam . Devo o áudio, incluo depois.