
por Sulamita Esteliam
1. Palavras
Quando um poeta se vai, a poesia fica.
Ontem, um 13 de novembro em que vivi o esgotamento.
Dia em que Manoel de Barros encantou-se.
Foi-se como o passarinho que foi.
Estou para conversa pouca esses dias.
Dias assim, fujo léguas da escrita.
Não, longe de mim comprar o ócio, como o poeta.
Também sou menina,
Mas quem sou eu para inventar “o abridor do amanhecer”.
Acontece-me tal fastio, que temo desmilinguir-me.
Mudamente.
Deixo falar o poeta:
2. O Livro das Ignorãças, Mundo Pequeno e Auto-retrato.mov
3. Uma Poesia
4. No Recanto das Letras, a Biografia literária
5. Em Socialista Morena, uma entrevista a Cynara Menezes
6. Uma seleção: 10 poemas – Os melhores?
7. Só Dez por Cento é Mentira – o filme de 2008, assinado por Pedro Cezar
****************
Postagem revista e atualizada dia 15.11.2014, às 16:25, hora do Recife: espaçamento entre os parágrafos da introdução.
