O direito ao ócio e à esperança

por Sulamita Esteliam

D.EversonBusquei em terra estéril: o ponto de equilíbrio entre a força e a consciência. Queria homenagem em versos que eu própria não ouso traçar.

Há dias que é assim: roda-se e mergulha-se em fuso.

Dentre os consagrados, a similitude da desesperança. Não tem que ser assim.

Se o trabalho é a honra, o ócio é o direito à esperança.

Já desistente, encontrei a simplicidade da concretude de D.Everson, um jovem poeta da concisão.

À guisa de Leminski – pernambucano, por que não?

Em seu Simulacro Poético, lincado neste blogue, é um dos que fazem a diferença.

Está feita, em todos os quadrantes.

Sem essa tal liberdade não se pode ser feliz, quiçá num 1º de Maio.

 

 

 

 

 

 


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