Combate à aids e ativismo contra a violência

Por Sulamita Esteliam

Hoje Dia Mundial de Combate à Aids. Dados do Ministério da Saúde, divulgados nesta quarta, deixam em estado de alerta, principalmente, jovens e mulheres. O estudo mostra tendência, preocupante, de crescimento no índice de contaminação neste segmento. Cerca de 630 mil brasileiros vivem com HIV em todo o país, segundo o Ministério da Saúde. Desses, 255 mil não sabem que foram infectados (quadro abaixo).

A faixa etária de 15 a 24 anos é o foco das autoridades da saúde, em particular as meninas, entre quais a incidência de casos é maior. Além da variedade de parceiros/as, os números mostram que a camizinha não tem sido um acessório indispensável nas relações da moçada: 40% confessam não fazer uso do preservativo.  Se liga, minha gente!

A Gestos, organização governamental que trabalha com o combate à Aids no Recife, acoplou  o tema à campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, nas ruas desde o 25 de novembro, data mundial de combate. Já há dados que vinculam a AIDS e a violência sexista, considerados pela Organização Mundial de Saúde como dois dos maiores problemas de saúde pública no planeta.

A campanha é realizada com apoio da Fundação Ford. Trata-se de mobilização internacional. Em Uganda, Belize, Kenya, Indonésia e África do Sul , também, desenvolvem atividades que vinculam a violência contra as mulheres e o HIV/AIDS: www.ungassforum.org

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