SOS Poços de Caldas!

por Sulamita Esteliam
Poços maculada, você pode impedir! – Foto capturada no Avaaz

Há coisa de 30 anos não vou a Poços de Caldas. Na verdade, estive lá uma  ou duas vezes; a primeira, no começo dos anos 80, e é desta que me lembro com vigor, dadas as vicissitudes, que não vem ao caso nomear. Era o início da atividade jornalística, numa reportagem-roteiro sobre o Circuito das Águas, para a extinta revista Ele e Ela, da Bloch Editores.

Imagem capturada no sítio da Prefeitura Municipal

Soube, agora, em viagem de trabalho a Belém do Pará, que as águas termais daqueles sítios estão sob séria ameaça, assim como a qualidade de vida do povo que habita a boa terra sul-mineira. Aliás, acabo de assinar petição que circula na rede para impedir o desastre. É dirigida aos poderes públicos de direito. Clique para conhecer os detalhes; há de concordar que vale seu apoio, e contribuir para que se alcance, e ultrapasse, a meta de 2000 mil assinaturas. Vamos lá!

Quem me contou, e depois enviou o acesso, foi Carmen Lúcia Junqueira Arantes, uma arquiteta que conheci do IX Encontro Nacional de Engenheiros e Arquitetos da Caixa, na penúltima semana de agosto. Lá na cidade-Portal da Amazônia, onde estive a trabalho pela Aneac – associação que reúne esses profissionais, e que discutiu o desenvolvimento sustentável da Região Norte – amazônica, com todas as sua diversidade e singularidade.

Carmen é do time daquelas/es que, em autêntico mineirês, assoviam e chupam cana ao mesmo tempo: trabalha na área de desenvolvimento urbano da Caixa, é diretora de Patrimônio do IAB – Instituto dos Arquitetos do Brasil; é também diretora da Adismig – Agência de Desenvolvimento Integrado do Sul e Sudoeste de Minas e, de quebra, integra o Codema Poços de Caldas – Conselho Municipal de Meio Ambiente do município. E ainda consegue manter a leveza, essencial para continuar a ser. Viva!

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O rescaldo da viagem a Belém permanece. Consequências. E a elas devo a ausência do blogue por esses dias, pelo que me justifico: trabalho, trabalho, trabalho – e compromisso é prioridade, hão de concordar.

Embora esteja em Beagá, aonde aportei na noite da quarta-madrugada da quinta. Desde então, entre teclas, telas e fotos, curto o aconchego da casa do filho e nora, o luxo do café da manhã com a presença, também da filha que aqui mora, e as peraltices do neto-caçula. O restante da família, extensa, e alguns dos muitos amigos, falei pelo telefone, por enquanto. E assim será até que se finde a missão primeira. Tudo tem seu preço e compensações.

Bom fim de semana.


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