Dois anos do A Tal Mineira, obrigada!

por Sulamita Esteliam

No aniversário de dois anos do A Tal Mineira, completados neste 11 de setembro, deveria fazer postagem especial, como fiz ano passado – aqui e aqui; não tive tempo, entretanto. Mas, não posso deixar de agradecer a cada um de vocês o privilégio da companhia, e a generosidade da compreensão diante das limitações inescapáveis.

Temos muito o que celebrar nestes 24 meses no ar – aqui e aqui, os pontos de partida. No momento em que escrevo são 64.474 acessos*, quase 40 mil a mais no último ano – aqui. Muito, mas muito obrigada, mesmo.

Curiosamente, o pico de acesso, inusitado e surpreendente, ocorreu em 17 de janeiro deste ano: 1.190 entradas para a polêmica em torno do BBB 12 – santa ironia! Consequentemente, janeiro também foi campeão de audiência: 4.625 visualizações, seguido de perto por março, com 4.111, como mostra o gráfico que ilustra esta postagem.

Este é um blogue que tem na defesa dos direitos humanos, da comunicação, da cultura e da cidadania, com as implicações e vieses – políticos, sociais, econômicos e comportamentais que se lhe cabem -, a sua razão de ser.  É mídia livre, e assim pretende se manter.

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PS: Escrevo de Belo Horizonte, aonde desembarquei há quase duas semanas. Todavia, na bagagem trouxe muito trabalho, e mal tenho conseguido colocar o nariz na rua, a não ser em rápidos passeios matinais com o neto-caçula, e nas escapadelas de fim de semana, mesmo com feriadão. Até agora, pude ver apenas parte da família, e alguns poucos amigos – e aqui já vou me desculpando…

Ainda assim, agradeço a oportunidade de poder estar aqui. É uma benção poder partilhar a rotina do meu neto-caçula, com quem pouco convivo, dada a distância. Mateus é um garoto esperto, inteligente e precoce para seus pouco mais de dois anos e meio. Exige de todos nós um esforço de compreensão do seu ritmo, suas necessidades, seu mundo e seu tempo – para além da mera autoridade e “sapiência” de pai, mãe, avós, tios e correlatos.

De qualquer forma, digo que a proximidade da gente que é parte da minha vida, com todas as limitações ora necessárias, me revigora; assim como poder respirar os ares – extremamente secos, é verdade – da minha terra nesta vizinhança de primavera.  A despeito das saudades do Recife, e dos pedaços de mim que lá me esperam.

A vida é um repartir-se sem fim.

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PS 2: Errei o número de acessos na postagem original – por uma pequena diferença de 20 mil, contra o blogue, é mole… !?- Corrigido, às 22:30.

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