Arte, poder e política, ou vice-versa: em Minas

quadro PLconvite lcto livroMeu amigo Marcelo Prates, parceiro de labuta pela notícia nas ruas, nas cadeias, nos campos, mocambos e palácios convida para o lançamento de mais um livro: Palácio da Liberdade – Arte e beleza no espaço político. Sim, ele é um artista, um pintor com lentes e obturador, guiados pelo olhar do repórter de sensibilidade pisciana.

É nesta quinta, dia 5 de setembro, a partir das 19h, no Centro de Arte Popular Cemig – Rua Gonçalves Dias, 1608, Bairro Funcionários -, em Belo Horizonte. A entrada é franca. Vai lá, você que é ou está em Beagá. Depois me conta como foi, já que vou perder mais essa…

Marcelo Prates assina as imagens, o que por si é garantia de técnica a serviço da estética e do belo. Outro Marcelo, Xavier, assina o projeto gráfico, e é o pai da ideia, em parceria com Claudio Rocha, que também é o produtor executivo. Os textos são de Gabriel Rocha, da nova safra de artistas mineiros: jornalista, escritor, compositor e cantor – multimídia, pois.

Um luxo só, como luxuosa é a publicação que celebra as novas funções do Palácio da Liberdade, antiga sede do governo de Minas, transmutado em museu.

O livro foi produzido no final de 2012, durante as preparações para a abertura do palácio ao cidadãos. Traz ensaios fotográficos que captam a beleza materializada na arquitetura, na ambientação, no mobiliário, nos objetos e no paisagismo da construção.

Parte de ângulos inusitados, alguns deles desconhecidos até mesmo para quem já foi presença constante no Liberdade. Surpreende quem, autoridade e/ou trabalhador, habituês do passado, folheia a obra. Os textos, ora poéticos, ora informativos, reforçam o caráter lírico das imagens. Ao mesmo tempo, procuram contextualizar o corpo arquitetônico no tempo e no espaço.

Tudo junto, torna a publicação um verdadeiro guia estético-didático para aqueles que visitam o imóvel pela primeira vez. Um patrimônio artístico, que contribui para a preservação do acervo histórico e da memória política e cultural dos mineiros e, por que não?, dos brasileiros. Sob as bençãos da Lei Rouanet, com patrocínio da Cemig e do Governo de Minas.

O poder que inspira a arte e a arte que inspira o poder. É esse o silencioso testemunho que o Palácio da Liberdade, antiga sede de governo do estado, traz hoje para o povo mineiro. Transformado em museu, aberto a visitações públicas e incorporado ao Circuito Cultural Praça da Liberdade, ele pode, agora, revelar os seus segredos.

Em outros tempos, sua exuberância serviu de inspiração às tomadas de decisão dos governantes. Daqui por diante, ela há de inspirar poemas, ensaios estéticos, estudos arquitetônicos e iniciativas outras, culturais e artísticas.

O livro marca o momento histórico do encerramento do ciclo político do palácio, e contribui com a documentação de seu acervo artístico e arquitetônico. Mais, com sua inscrição definitiva na memória afetiva do estado. Além, é claro, de afirmar o compromisso dos mineiros com a conservação e divulgação do seu patrimônio histórico.

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PS: Texto, quase totalmente, apropriado do material promocional que me foi encaminhado por meu amigo. Até porque, não tive acesso ao livro – ainda, mas estou deveras curiosa. Gostei do que li; só dei uma mexidinha básica, um pouco por vício, e mais para adequar ao estilo desta reles escriba.

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Postagem revista e atualizada em 04.09.2013, aos 41 minutos.


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