A imagem representa o termo “Dilma” no Twitter em junho/2013: capturada em Labic.net – Laboratório de Cibercultura
Ando bastante desligada. Tento convencer meu ouvido esquerdo, tuberculoso, a considerar que o cérebro entra em parafuso com excesso de informação. E devolve em forma de mal-estar…
Conversa mais atravessada para uma noite de domingo, quando até os deuses adormecem na pasmaceira do pós-almoço, e janta.
Então, me deparei com este poema de Jomard de Britto em minha caixa de mensagem. Faz tempo não publico seus versos por aqui, e não é porque ele tenha me excluído de seus gestos poéticos de generosidade.
Este chegou em outubro. Um mês passado não interfere no espírito que permeia os versos. Bem a calhar para dar tratos aos botões num início de semana. Que seja profícua, como os poemas de Jomard: