Jomard de Brito me salva do encapsulamento

por Sulamita Esteliam

Por que hoje é sexta (mas já virou sábado), poesia. É meu jeito de pedir desculpas pela longa ausência sem aviso prévio, explícito.

Pensei que daria conta de administrar a mudança de residência e a postagem diária no blogue. Super-autoestima dá nisso: vacilo.

A boa desculpa é que estou sem internet regular. Somente hoje a GVT teria agenda para mim, e acabou furando. Tive que apelar para o celular, o que, absolutamente, não tive tempo, nem fôlego, para aguentar – depois de 18 horas de ralação braçal – nos últimos dias. A pasmaceira do roteamento 4 G me dá nos nervos, e escrever no cel é o ó…

Jomard de Brito, querido poeta pernambucano, ligado na pauta, me salva, mais uma vez. Obrigada, do fundo de m’alma. Bendito seja, hoje e sempre

O papa no balcaoJustiça-brasileirainterrogação

MARES DE MARÇO, ABRIL de MARESIAS

Jomard Muniz de Britto, jmb em tramas

Pelo mais, pelo mínimo, impossível

desistir do Brasil, fúria e fulgor de

nossas ruas, avenidas, becos. CulturAÇÕES.

Sejamos ERRANTES, aprendizagem

dos gregos às navegações de Oriana Duarte.

Pela HISTÓRIA do Desenho/Designer

labirintos, volúpias, diferenças.

Impossível não enfrentar contaminações

do mais kitsch, cafona mesmo, ao desejo

de racionalidades construtivas.

Sejamos experimentadores da

WWW.museologia.

Ventanias marítimas. Corporalidades.

Sem rimas. Sem carismas. Sem devoções.

Nosso ambientalismo fragmenta ampliando

mistérios do inteiro ambiente.

De AROEIRA no Pátio de São Pedro aos

confins do VIVENCIAL por São Bento,

Frei Beto e Papa Francisco de todos e

ninguém. AROEIRA: madeira resistente.

Sejamos berrantes do barroco ao rococó.

Se nossa, vossa corrupção continua sendo

“uma senhora bastante idosa”, todos

os beijos serão benditos e globalizantes.

Todas as rimas sorrindo pelas Academias.

Os MALFEITOS serão tão achacadores

quanto triunfalistas. Sem temor nem tremer.

Pelo melhor tudo pode ser lido e reinventado

no ÓCULOS BLUE de João Henrique Souza.

Do azul celeste celestial da Caetanave ao

Maquiavel sem máscaras nem misericórdias.

Ventos de Março em Agosto de G. Mascaro.

Abril relendo as Confissões de Agostinho.

Nossa Senhora de Santana jubilando por

NÓS: Real, Simbólico, Imaginário.

Entrelugares de Lucas dos PRAZERES

às dissipações cognitivas.

Sejamos errantes sem medo de errar.

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Postagem revista e atualizada dia 23.03.2014, às 11:52: correções de erros de digitação em diferentes parágrafos.


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