por Sulamita Esteliam O 17 de maio vai ficar na história da comunicação brasileira como o dia em que se iniciou a degola na comunicação pública,
Autor: A Tal Mineira
Jornalista e escritora, passei por várias redações de jornais, revistas e emissoras de TV, quase sempre nas áreas de economia e política. Pulei o muro e levei a experiência na velha mídia para a comunicação popular e sindical, com breves incursões em assessorias ao poder público. O primeiro livro publiquei em 1998, numa dobradinha Vozes-Prefeitura de Belo Horizonte - sorte de principiante: Estação Ferrugem é um romance-reportagem, ambientado na região operária de Beagá-Contagem, na confluência das quais cresci e tornei-me quem sou. O segundo Em Nome da Filha, Editora Viseu, 2018, no mesmo gênero, trata de violência contra a mulher em Pernambuco: relacionamento abusivo, feminicídio e luta por justiça. Há outros inéditos, todis no gênero infantojuvenil; um deles, Pra que Serve um Irmão. Vim ao mundo em Caetanópolis, nos domínios do Tabuleiro Grande roseano, em meio à festa de emancipação. Ali germinou minha árvore familiar. A mesma terra de Clara Nunes, a mineira guerreira que inspira este blogue, nascida no ainda Cedro, que então era distrito de Paraopeba, onde foi registrada. Meu registro se deu onde moravam meus pais, e onde frutifiquei, na capital da província. Morei em Brasília, Fortaleza e me apaixonei por Recife, onde resido há mais de duas décadas. Sou, praticamente, uma mineiribucana ou, quiçá, pernambucaneira.
Blogueir@s se encontram em Beagá: #MenosÓdioMaisDemocracia
por Sulamita Esteliam Sob ataque de colunistas da mídia venal, e alvo de intrigas travestidas de informação, jornalistas independentes, blogueir@s e ativistas digitais se reúnem
Para não dizer que não falei de Temer em desgoverno
por Sulamita Esteliam Temer começou mal. A extinção Ministério da Cultura é o cartão de visitas. Seu ministério é a cara de seu governo golpista,
Dilma, afastada, deixa o Planalto nos braços do povo
“Sofri a dor da tortura. Sofri a dor da doença. Nenhuma dor é maior do que a da injustiça e da traição.”
Os bafos do governo que nem começou
“A história ainda vai dizer quanto de preconceito contra a mulher, quando de violência contra a mulher tem nesse processo de impeachment golpista. Dilma
O circo dos horrores, ou o teatro do absurdo, o retorno
por Sulamita Esteliam Enquanto escrevo, o teatro do absurdo se desenrola no Senado Federal, a consagrar o sequestro de 54 milhões de votos no golpe