por Sulamita Esteliam Busquei em meus alfarrábios uma foto que pudesse simbolizar boas notícias, e o quanto podemos ser felizes quanto nos juntamos. A imagem,
Autor: A Tal Mineira
Jornalista e escritora, passei por várias redações de jornais, revistas e emissoras de TV, quase sempre nas áreas de economia e política. Pulei o muro e levei a experiência na velha mídia para a comunicação popular e sindical, com breves incursões em assessorias ao poder público. O primeiro livro publiquei em 1998, numa dobradinha Vozes-Prefeitura de Belo Horizonte - sorte de principiante: Estação Ferrugem é um romance-reportagem, ambientado na região operária de Beagá-Contagem, na confluência das quais cresci e tornei-me quem sou. O segundo Em Nome da Filha, Editora Viseu, 2018, no mesmo gênero, trata de violência contra a mulher em Pernambuco: relacionamento abusivo, feminicídio e luta por justiça. Há outros inéditos, todis no gênero infantojuvenil; um deles, Pra que Serve um Irmão. Vim ao mundo em Caetanópolis, nos domínios do Tabuleiro Grande roseano, em meio à festa de emancipação. Ali germinou minha árvore familiar. A mesma terra de Clara Nunes, a mineira guerreira que inspira este blogue, nascida no ainda Cedro, que então era distrito de Paraopeba, onde foi registrada. Meu registro se deu onde moravam meus pais, e onde frutifiquei, na capital da província. Morei em Brasília, Fortaleza e me apaixonei por Recife, onde resido há mais de duas décadas. Sou, praticamente, uma mineiribucana ou, quiçá, pernambucaneira.
Machismo e preconceito é roupa surrada que não nos serve
por Sulamita Esteliam Devo desculpas, e explicações, pela prolongada ausência no blogue. Bem que tentei escrever, todos os dias, semana passada, em vão. Padeci
Os movimentos sociais e o som dissonante das panelas
por Sulamita Esteliam Estou em Beagá, enquanto o Recife ferve. Na tarde de hoje e noite desta terça, milhares caminharam pelo tombamento do Cais José Estelita, na
O 1º de Maio e a barbárie em nome da lei
por Sulamita Esteliam Às vésperas de mais um 1º de Maio, os trabalhadores do Brasil têm mil e uma razões para sair às ruas e
Inês Etienne, a resistência, o direito à verdade e à memória
“{…] professor, eu não quero um tostão de indenização. Esse dinheiro de indenização vem do povo e a grande vítima é o povo. {…) O
50 anos de manipulação é com a Globo
por Sulamita Esteliam Achei curioso um dos quadros do Jornal Nacional semana passada: uma mesa redonda com jornalistas-prata da casa, colegas sem dúvida competentes –