por Sulamita Esteliam

Para ouvir e refletir: Mia Couto, escritor moçambicano – O Pé da Sereia, A Confissão da Leoa, dentre outros -, em Conferência do Estoril, Portugal, sobre segurança. Deu-se em 2011. Mexe, profundamente,, com o nosso comodismo, nosso conforto, nossas certezas e incoerências, e pequenezas; com nossos medos.
O título: Murar o medo.
Fez-me lembrar o mestre João, Guimarães Rosa, em Sagarana, já citado algumas vezes neste blogue: “O medo é uma pressa que vem de todos os lados, uma pressa sem caminho…”
Por oportuno, compartilho o vídeo de Mia Couto lendo o próprio texto, “refúgio do escritor”, incapaz, segundo ele, de “falar espontâneamente por 7 minutos”.
Faço-o a partir de dica do companheiro pernambucano, Isaías Bastos, via Facebook, há pouco mais de um mês:
O texto inspirou um projeto para jovens no âmbito das próprias Conferências do Estoril, envolvendo oficinas diversas com artistas plásticos, que resultaram em um mural para a edição 2015 da conferência. Assista ao vídeo que encontrei no Youtube:
PS: Sim, a matéria que preparo ainda carece de respostas. É compromisso: de amanhã não passa.
Buenas!