Na contagem regressiva, poesia em homenagem a Chico

por Sulamita Esteliam

Olá! Espero que a celebração de Natal tenha se dado na mais completa harmonia. E que o espírito solidário e de confraternização que rege o renascimento do menino-Deus reine nas festividades da passagem do ano, que parece não querer terminar. Que 2016 renove nossas energias pessoais e coletivas, e traga de fato um novo tempo – de respeito ao outro, de tolerância, de alegria e de prosperidade. Que a temperança nos governe.  E que assim seja.

E por falar em fraternidade, meu amigo Carlos Barroso, jornalista e poeta das Gerais, me deixa recado no FB sugerindo que o A Tal Mineira replique o poema de sua autoria publicado em seu perfil na rede social: Presuntos a Passarinho.  Trata-se do poema visual em que, segundo descreve, ele “mata” Chico Buarque, Jesus, Lula, Obama, Zumbi, Marcel Duchamp, dentre outros, “para falar da matança de pré-adolescentes e adolescentes pobres (principalmente negros), algo sistemático e deliberado no País”.

Presuntos, explica, foi exposto na II Mostra de Artes dos Jornalistas, em 2010, e publicado na Revista de Poesia e Arte Dez Faces, em 2011. A postagem no FB homenageia Chico Buarque, “atacado por playboyzinhos e burguezinhos reaças”, há poucos dias.

 

Ao poema de Carlos Barroso:

Presuntos a passarijho


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