Os números do A Tal Mineira em 2015

Os duendes de estatísticas do WordPress.com me deram um belo pós-aniversário:  um relatório sobre o ano de 2015 deste A Tal Mineira.

 

Para variar, Euzinha fiz algumas adequações de estilo, e acrescentei comentários próprios no resumo que me chegou. Ei-lo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blogue foi visto por cerca de 31.000 vezes em 2015. Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 11 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Foram carregadas 556 imagens, ocupando um total de 378 MB. São cerca de 2 imagens por dia.

O dia com mais tráfego foi fevereiro 10, com385 visitas. O artigo mais popular nesse dia foi Sobre Carnaval, violência e a morte dos nossos jovens.

Curioso observar que as postagens campeãs de acesso se repetem ao longo dos anos, e foram, em sua maioria, escritas em anos anteriores, sobretudo em 2011. Dentre as cinco mais lidas, apenas uma é de 2015. A proporção sobe a um terço quando se seleciona as 15 postagens mais populares. Há quatro anos, todavia, o texto mais comentado trata de comportamento: Coleira para criança é coisa de gente sem noção.

Gratidão a todos/a e a cada um/a de vocês que honram este blogue com a visita diária ou eventual, com o comentário que estimula ou critica. Muitíssimo obrigada. Conto com você em 2016.

Que o Universo siga bom cúmplice de todos os seus, os nossos bons desejos. Saúde!

Clique para ver o relatório completo

Anjo Negro
Anjo Negro é o título que ousei dar a esta escultura de Daniel Hourdé, escultor francês em exposição no MM Gerdau, no Circuito Cultural Praça da Libertade, em BH: ‘Lendas e Aparições’ é mostra itinerante, já esteve em Ouro Preto, no Museu da Inconfidência, fica em cartaz até o dia 11 de janeiro, depois segue para Salvador e Rio de Janeiro

Arre!, que 2015 foi um ano “para arrombar”, como diz meu companheiro Júlio. No particular e no coletivo.

Não foi fácil atravessar as tormentas. No Brasil e no mundo, os acontecimentos nos deixaram perplexos, apopléticos, à beira da impotência e de um ataque de nervos.

Contudo, desafios precisam ser vencidos, e um a um os obstáculos são removidos, problemas são contornados.

Tempo, tempo, tempo, tempoooo…

E, se o ano que hoje finda, no calendário, mas se recusa a terminar nos fatos que afetam a nossa vida e cidadania, 2016 há de nos trazer a energia necessária para debelar as pendências. Há de nos proporcionar a compreensão indispensável para resolver as dificuldades que sobrexistem, e também aquelas que encontraremos pelo caminho.

O novo ano há de nos brindar com paciência e habilidade para lidar com o tempo do tempo. Há de manter acesa a esperança, pois que sem ela não seguimos em frente.

Releio o Poeta Maior, Carlos Drummond de Andrade: É dentro de cada um de nós que o Ano Novo “cochila e espera desde sempre”.

Até o ano que vem.

Axé!

 


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