O conto do tratamento precoce: negócio exponencial

por Sulamita Esteliam

Leio na Revista Fórum e no G1, que a disseminação do tratamento precoce de Covid-19 foi um concluio entre o coveiro da República e a Prevent Sênior, à custa da vida de brasileiras e brasileiros.

Depois dizem que não há premeditação, que a praga é castigo Divino. O Deus deles é mais experto do que o dos outros.

Na verdade, é tudo negócio exponencial: vida e morte. Em outras palavras, é usar a desgraça humana para se locupletar.

Carochinha sob medida para encher as burras das operadoras de saúde e dos parceiros com assento privilegiado na Praça dos Três Poderes e a famiglia ampliada.

O nome é formação de quadrilha e genocídio, sim senhor e senhora! Este país se tornou um abatedouro de gente, de inteligência e de decência.

Não se sabe ao certo quantas pessoas manipuladas, iludidas caíram no conto do coquetel macabro. 

O que já se descobriu é que a trapaça representou a morte de gente como a gente, algumas delas ocultadas por um estudo fajuto comandado pela Prevent Sênior para validar a falcatrua.

Parte de médicos que já serviram à operadora a denúncia trazida a pública pela Globo News.

A CPI do Fim do Mundo está de posse de dossiê a respeito, e vai cuidar de esclarecer. Nas palavras de Randolfe Rodrigues (Rede), vice-presidente da Comissão, no Twitter:

Crime de lesa-humanidade. E não se restringe à idealizadora. Várias operadoras de saúde aderiram à prescrição do Kit Covid, que associa hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina, e mais zinco e vitamina C.

Euzinha mesma fui vítima desse achaque maléfico. Na primeira semana de janeiro deste ano, comecei a cair pelas tabelas e recorri a consulta digital no plano de saúde de que sou usuária, o Hapvida.

A médica receitou ivermectina, antigripal, vitamina C e Zinco. Questionei e disse que não ia tomar vermífugo, e ela respondeu que era “praxe, porque ninguém sabe nada mesmo sobre a doença”.

E se recusou a me encaminhar para o teste PCR, que detectaria se o que me atingia era Covid-19 ou não. O mesmo fez o médico seguinte, alegando que o protocolo para minha idade era recorrer à emergência presencial”.

Claro que me recusei: ‘vocês querem é que eu morra, mas eu gosto da vida’.

Banquei o exame em laboratório particular: negativo. Reuni todos os documentos e, reclamei na operadora. A resposta foi: “é preciso juntar o pedido do médico”. Deu certa preguiça de seguir com a demanda, devo confessar.

Fato é que, tirante o SUS, que continua fazendo milagres com pouca verba e dribles na inconsequência e incompetência governamental, o setor de saúde virou um salve-se quem puder.

Para as operadoras, farmacêuticas e a máfia sem escrúpulos, a pandemia tornou-se a galinha dos ovos de ouro. 

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Fontes requisitadas

Revista Fórum

‘Disseminação da Cloroquina foi acordo entre Bolsnaro e Prevent’, diz Randolfe Rodrigues

 

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