por Sulamita Esteliam Retomo as postagens, nesta segunda véspera de São João – feriado em Pernambuco – para lembrar que o Brasil ficou mais pobre.
Autor: A Tal Mineira
Jornalista e escritora, passei por várias redações de jornais, revistas e emissoras de TV, quase sempre nas áreas de economia e política. Pulei o muro e levei a experiência na velha mídia para a comunicação popular e sindical, com breves incursões em assessorias ao poder público.
O primeiro livro publiquei em 1998, numa dobradinha Vozes-Prefeitura de Belo Horizonte - sorte de principiante: Estação Ferrugem é um romance-reportagem, ambientado na região operária de Beagá-Contagem, na confluência das quais cresci e tornei-me quem sou. O segundo Em Nome da Filha, Editora Viseu, 2018, no mesmo gênero, trata de violência contra a mulher em Pernambuco: relacionamento abusivo, feminicídio e luta por justiça. O terceiro é O Livro de Dora e suas Irmãs, Comunicação de Fato Editora, Belo Horizonte, 2024, que trata de afetos, fantasias, dores e silêncios.
O infantojuvenil Para que Serve um Irmão, foi lançado em 2026 pela Ases da Literatura, Florianópolis/SC. Fala da crise de identidade e ciúmes de uma criança diante da gravidez da mãe e do nascimento do irmão "que só mama, dorme e chora". Em linguagem bem-humorada, simples e clara, trata da curiosidade e dos temores de uma criança de 8 anos diante de todo o processo.
Há participação em algumas participações em antologias poéticas, a exemplo de Poesia Mineral, Casa de Jornalistas, que reúne poetas-jornalistas mineiros. E também a obra coletiva de memória Na dúvida, ouse - sobre a história do jornal mineiro Hoje em Dia, também pela Comunicação de Fato, 2025.
Vim ao mundo em Caetanópolis, nos domínios do Tabuleiro Grande roseano, em meio à festa de emancipação. Ali germinou minha árvore familiar. A mesma terra de Clara Nunes, a mineira guerreira que inspira este blogue, nascida no ainda Cedro, que então era distrito de Paraopeba, onde foi registrada. Meu registro se deu onde moravam meus pais, e onde frutifiquei, na capital da província. Morei em Brasília, Fortaleza e me apaixonei por Recife, onde resido há mais de duas décadas. Sou, praticamente, uma mineiribucana ou, quiçá, pernambucaneira.
No espírito de ‘Garrincha’
por Sulamita Esteliam Com um dia de atraso, e economia de mãos, eis o poema da semana da série Futebol de Barro, especial Copa do
Sobre juventude, cultura e pertencimento
por Sulamita Esteliam Estou em crise de mobilidade, e impossibilitada de navegar, cozinhar, lavar, passar ou fazer qualquer coisa que implique usar o braço direito:
Recife, o Cais, a democracia e o estado de exceção
por Sulamita Esteliam O sol que brilhou hoje sobre o Recife, com céu de brigadeiro, não correspondeu à realidade da cidade, quase sempre generosa para
Blindagem na mídia, proteção policial e judicial, e aí?
por Sulamita Esteliam Há dias assim: sua cabeça gira, gira, e não consegue fixar-se num objetivo. Escrever, nessas condições, é quase impossível. Hoje é desses
A estupidez como expressão da vira-latisse explícita
por Sulamita Esteliam Passei o dia ocupada com meus afazeres domésticos. Entre uma tarefa e outra, pude ver a explosão de alegria holandesa sobre a